Estação do Bonde

Estação Ferroviária Eugênio Lefêvre

Estrada de Ferro Campos do Jordão foi aberta a partir da estação ferroviária Campos do Jordão sediado em de Pindamonhangaba, na E. F. Central do Brasil, pelos médicos sanitaristas Emílio Ribas e Victor Godinho em 1914, para o transporte de doentes respiratórios para os sanatórios na então vila de Campos do Jordão e para escoamento de cargas para o Vale do Paraíba. Um ano depois a ferrovia, com problemas financeiros, foi assumida pelo Governo do Estado de São Paulo. Os primeiros trens eram a vapor, substituídos por trens a gasolina em 1916 e pelos elétricos em 1924. A partir dos anos 1980 passou a ser uma ferrovia com cunho turístico e para transporte de passageiros, sendo que o trecho da baixada, até Piracuama no pé da Serra, continua a atender até hoje a população da cidade de Pindamonhangaba. No trecho da ferrovia que fica na área urbana de Campos do Jordão, bondes elétricos fazem também o percurso. A Estação Eugênio Lefêvre embora fique no município de Santo Antônio do Pinhal, inaugurada em 1916, nunca teve oficialmente nome da cidade. Seu nome Eugênio Lefêvre homenageia um engenheiro que juntamente com Euclides da Cunha ajudaram no projeto da ferrovia. O projeto total da Ferrovia ligaria Mogi das Cruzes ao porto de São Sebastião. Em 1949, a estação Eugenio Lefêvre ligaria a E. F. C. J. ao ramal de Paraisópolis, em Minas Gerais, ponto final de um ramal da RMV. Como se sabe tal ramal jamais foi construído.

Boa parte da História da Ferrovia se encontra no Centro de Memória Ferroviária na cidade de Campos do Jordão. A entrada é gratuita.

Informações pelo site EFCJ